- Missionário tem vida boa e ama viajar;
- Missionário vive pedindo dinheiro;
- Missionário não gosta de trabalhar;
- Missionário não tem amor à família.
Missionário: adote uma igreja!
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Jocumeiros ou não. Brasileiros ou não. Meu objetivo não é a de levantar polêmicas. A sedução dos holofotes não me têm atraído, especialmente nesse nosso tempo que considero muito tenso e carente de saúde, em todos os níveis. A reflexão auto-crítica certamente será uma luz de Deus em meio as trevas. Ainda que alguns tentem negá-las, elas estão diante de nós.
Quando pensamos na chamada “Obra Missionária” (afinal, ainda há esperança, alguns pensam nela
), nos remetemos a um universo muito particular. São muitos os meandros, as estruturas, linhas, condutas e estratégias. Quem está diretamente envolvido nela, normalmente se encontram completamente esgotados, cansados, consumidos. São muitos compromissos, responsabilidades e demandas. A seara é grande, mas são poucos os ceifeiros. Nesse “universo” temos dialético, códigos de acesso, práticas comuns, e até regras específicas.
Todo esse processo, contudo, não é de hoje. É histórico. Já existe no Brasil, mesmo com o pouco tempo de “país enviador”que temos, um “conceito”, mesmo que de senso comum, daquilo que se entende como “missionário”. Já temos uma cara. Quer gostemos dela ou não. E quem a fez foi um processo histórico de relacionamentos que nós mesmos construirmos ao longo do tempo. Se ele é bom, glória a Deus. Se ele é mal
precisamos corrigir nosso erro. E sermos humildes o suficiente para isso. Eu considero que, no geral, ainda deixamos muito a desejar.
Os fatores negativos mais comuns e que marcam nossa imagem, no meu ponto de vista, são as seguintes: