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História:
O Nepal está agora vivendo o ano de 2058. O país nasceu de uma
lenda. Segundo os historiadores, o rei estava num determinado
local, onde de repente surgiram 11 (onze) serpentes. A maior estava
ao centro, enquanto as demais a rodeavam, e falavam a este rei
que ele deveria formar este território e chamá-lo de Nepal. O
lugar passou a ser considerado território sagrado.
Geografia:
O Nepal é um pequeno país localizado no sul da Ásia, entre a Índia
e a China (Tibet). Ocupa uma área de 1% do planeta, o que correponderia
ao tamanho do Estado de Goiás (Brasil). Mas seu tamanho contrasta-se com uma
superpopulação estimada entre 22 e 23 (vinte dois/vinte três)
milhões de habitantes. O país é costeado pelas altas montanhas
do Himalaia, com vários picos de mais de 6 (seis) mil metros,
destacando-se dentre estes o imponente Everest, o ponto mais alto
da terra (8.848m). O Nepal é conhecido como "o teto do mundo".
Sua capital é Kathmandu, com aproximadamente 800 (oitocentos)
mil habitantes. Divide-se em 14 (catorze) Estados e 75 (setenta
e cinco) Distritos. A maior parte da população vive em vilas nas
montanhas, que são demarcadas por regiões e números. O clima é
frio, porém somente nas montanhas há incidência de neve.
Política: O país saiu do regime monárquico a menos de 20 (vinte)
anos. Hoje, apesar do governo ser parlamentarista, a família
real ainda exerce um poder paralelo, sendo reverenciada pela população.
Existem várias correntes políticas, dentre elas o comunismo, fortalecido
pela influência e proximidade da China. A China e a Índia são
seus principais parceiros econômicos, ainda que sua relação com
os indianos seja meio tumultuada.
Economia: A cultura de subsistência do país é baseada nas
plantações de arroz, trigo e vegetais e a população se torna fraca
pela ausência de proteínas de animais. É um país de baixíssimos
índices de industrialização, sendo o turismo uma das principais
fontes de emprego/renda e recursos para o governo, que cobra caro
pelos vistos e recebe altas taxas de serviços prestados aos turistas
(hotelaria, alimentação, transportes, etc...). Devido ao grande
número de feriados, influenciados pela cultura religiosa, abaixa-se
o nível de produção e aumenta assim o índice de pobreza no país.
A moeda corrente é a Rúpia Nepali.
Religião: O país exibe com orgulho sua constituição, que diz
ser o Nepal uma nação exclusivamente hindu, a única do planeta.
O governo diz respeitar a liberdade religiosa, o que na prática
não é verdade, pois proíbe a conversão do hinduísmo para
outra religião. O que eles toleram é que cada um confesse sua
fé sem tentar converter a outrem. Em números: 86% da populaçao
é hinduísta; 7% budista; 3% muçulmanos; outros 3% animistas e
outros credos; e 1% de cristãos (entre católicos e evangélicos).
O hinduísmo é uma religião politeísta, com mais de 5 (cinco) mil
anos. Possuem milhares de deuses, sendo que entre estes alguns
são animais, como as vacas e os ratos. Os nacionais
vivem constantemente oprimidos, pois reverenciam seus deuses não
por amá-los, antes sim por temerem sua vingança.
Cultura: A cultura nepali traz em sua bagagem histórica a
total influência hindu. A sociedade se divide pelo sistema de
castas. Existem 4 (quatro) facções principais, que contém subdivisões,
em um total de 11 (onze) diferentes níveis. A casta é conhecida
pelo sobrenome, a mais alta não pode sequer passar na sombra
da mais baixa e as diferenças tornam-se visíveis pela vestimenta,
maneiras e educação. Mais da metade de um ano útil é ocupado com
festivais, que são comemorações e louvor a alguns dos deuses hindus.
MAPA
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Bandeira

Gurkhas

Montanhas

Vista
da cidade

Novo
rei Gyrendra

Fazendeiro

Sadú

Oração
pelos mortos

Homem
fumando

Cremação
no rio

Mãe
nepalesa
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